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Como identificar e o que fazer se meu cão estiver com Síndrome Braquicefálica?

Saiba mais sobre esse problema, muito comum em cães de raça.

Algo infelizmente muito comum em cães de focinho achatado é a Síndrome Braquicefálica, um problema que é fruto das mutações genéticas e, portanto, relacionado às características anatômicas dos cães. Isso ocorre, pois, ao longo da evolução das espécies, a genética canina foi modificada para que cada raça obtivesse um padrão estético próprio. Assim, cães com focinho menor foram sendo selecionados e deram origem a diversas raças.

 

Essa mutação pode levar os cães a algumas complicações, estas demonstradas por alguns sinais. São eles:

-Respiração ruidosa; 

-Dispneia; 

-Palidez ou cianose das mucosas; 

-Estertores (roncos); 

-Tosse; 

-Espirros reversos; 

-Alterações vocais; 

-Engasgos.

 

Para isso, existe a rinoplastia canina, que não é entendida como procedimento estético, sendo realizada apenas em casos urgentes. Notando alguns destes sinais, exames físicos e diagnósticos de imagem devem ser realizados para verificar o histórico clínico do animal e se há alguma obstrução das vias aéreas, por exemplo. Após a análise, se o caso for grave, uma cirurgia deve ser realizada. Esta cirurgia consiste em extrair os excessos de palato mole e os sáculos da laringe que estiverem interferindo. Feita essa correção, o cão certamente terá uma melhora notável nos sinais da síndrome braquicefálica.